Fiscalização da verdade – Das fraudes às traições

O primeiro parágrafo traz a seguinte advertência:

“Interessado em desfrutar vantagens transitórias no imediatismo da existência terrestre, quase sempre o homem aspira à galhardia de apresentação e a porte distinto, elegância e domínio, no quadro social em que se expressa; entretanto, conduzido à Esfera Superior, pela influência renovadora da morte, identifica as próprias deficiências, na tela dos compromissos inconfessáveis a que se junge, e implora da Providência Divina determinados favores na reencarnação, que envolvem, de perto, o suspirado aprimoramento para a Vida Maior.”

Na sequência, encontramos uma série de situações de delitos:

  1. cientistas famosos, a emergirem da crueldade;
  2. políticos hábeis, que abusaram das coletividades a que deviam proteção e defesa;
  3. administradores dos bens públicos que não hesitaram em esvaziar os cofres do povo, a favor da economia particular;
  4. criminosos que brandiram armas contra os semelhantes;
  5. suicidas que menosprezaram as concessões do Senhor, atendendo a deploráveis caprichos;
  6. tribunos da desordem;
  7. artistas que se aviltaram, arrastando emoções alheias às monstruosidades da sombra;
  8. caluniadores eminentes, que não vacilaram no insulto ao próximo;
  9. desportistas eméritos e bailarinos de prol, que envileceram os dons recebidos da Natureza;
  10. traidores que expuseram corações respeitáveis, no pelourinho da injúria;
  11. mulheres que desertaram da excelsa missão feminina, a se prostituírem na preguiça e na delinquência;
  12. expoentes da beleza e da graça que corromperam a perfeição corpórea, convertendo-a em motivo para transgressões lamentáveis;

 

Para cada citação acima, na sequencia imediata, temos a requisição que fizeram após a constatação dos próprios equívocos. Pois, como transcrito acima no primeiro parágrafo, quando “(…) conduzido à Esfera Superior, pela influência renovadora da morte, identifica as próprias deficiências, na tela dos compromissos inconfessáveis a que se junge, e implora da Providência Divina determinados favores na reencarnação (…)”.

Conclui o autor: “(…) consciências, que hoje somos, abertas à fiscalização da Verdade, com a obrigação de conhecer em nós mesmos a ulceração da treva e a carência da luz.”

Sugiro, todavia, ao leitor, busque o texto na íntegra, para verificar as solicitações feitas pelos protagonistas daqueles delitos. O que pedem? Como se acertam perante si mesmos? Como renascerão no futuro para se aliviarem dos dramas que criaram em si mesmos. No link abaixo o leitor tem acesso ao texto integral.

O texto é de Emmanuel, está no capítulo 26 – Na Terra e no Além, constante do livro Religião dos Espíritos (ed. FEB). E aqui o link para você ler o que pedem esses transgressores da Lei: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rde/Rde26.htm

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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