Falar de morte para crianças

Orson Peter Carrara

 

Todos deveremos sempre considerar e respeitar o estágio gradativo de amadurecimento de uma criança, que passará as diversas fases do período infantil, descobrindo e aprendendo. Embora todos permaneçam sempre aprendendo, a fase infantil caracteriza-se pela fragilidade que, repito, sempre deveremos respeitar. Não há justificativas para violências ou agressões de qualquer espécie à criança, que necessita – isso sim – do carinho e acolhimento dos adultos, que serão preponderantes na sua formação como futuro adulto.

Nesse aspecto inclui-se a sensibilidade, claro, perante os fatos desafiadores da própria vida, em seus variados e sucessivos ângulos com que se apresentam.  Entre eles, a morte. Dos pais, de irmãos, de colegas, de parentes próximos, dos avós, etc. Especialmente naqueles casos de pessoas muito ligadas à criança. Nesses tempos de pandemia, a questão agravou-se de maneira expressiva, com a desintegração de famílias inteiras. E como abordar o assunto com as crianças, de qualquer idade?

Um esforço de duas amigas psicólogas e tanatólogas, à frente de um novo projeto de caráter social, criou o canal de youtube Morte e Cura – um dedo de prosa.  A edição dos clips compactos comove pela sensibilidade da música e consistência/objetividade dos textos legendados. Muito lindo e comovente. Vai tocar seu coração.

Acesse, veja, inscreva-se no canal:  https://www.youtube.com/channel/UC690qREB7RqnZLeTIKp9JVw/videos

 

 

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Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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