Equipe diferenciada

Apóstolos 12

Orson Peter Carrara

 Ponderemos, com a lógica e o bom senso como instrumentos de análise, sobre a vinda de Jesus ao planeta e sua equipe de colaboradores, à época. Reflitamos sobre as seguintes questões:

  1. a) Os doze apóstolos que o acompanharam foram ou não preparados antes de virem ao planeta? Estavam na equipe antes, com Jesus, ou foram apanhados de surpresa durante o apostolado iniciado pelo Mestre?
  2. b) Seria coerente definirmos que tais acontecimentos, o da escolha dos discípulos, foi obra do improviso, do acaso, ou de meras circunstâncias?
  3. c) Sem menosprezo pela função de pescador, à época, podemos afirmar que tais espíritos eram mesmo rudes pescadores?

Breve leitura às questões acima propostas mostram claramente que a equipe do Cristo realmente não poderia ter sido fruto do improviso. Igualmente não iniciaram o contato e o trabalho com Jesus apenas a partir do momento em que foram convocados.
Na verdade estavam pescadores. Não o eram. São almas, já à época, de elevado grau de adiantamento, totalmente comprometidos com as tarefas de expansão da Boa Nova. Ainda que Judas tenha se equivocado e outras fraquezas humanas tenham aparecido de maneira clara entre outros dos discípulos, como a negação de Pedro entre outros exemplos, tais integrantes que compuseram a equipe que acompanhou fisicamente Jesus ao planeta, embora não estivessem no mesmo nível de Jesus, já participavam de relativa sintonia com seus propósitos e o próprio programa por Ele trazido ao planeta.
São questões simples, mas que precisam ser lembradas. E isto tudo sem considerar a outra equipe invisível aos olhos humanos que o assessorava. Era preciso para desempenho da importante tarefa que espíritos de elevado grau evolutivo, embora ainda não perfeitos, se apresentassem ao lado de Jesus, apesar da aparência humana rude e fraquezas próprias ainda se fizessem presentes, para que a tarefa estivesse completa e atingisse seu objetivo.

Apesar da aparência rude, numa época de imensas dificuldades e limitações materiais, formavam eles diferenciada equipe, bem diferente das atuais equipes que integramos no planeta com objetivos tão variados, tão limitados e ao mesmo tempo tão medíocres em inúmeros casos, gerando crises continuadas que se originam no egoísmo e seus desdobramentos.

É preciso sempre raciocinar em todos os temas. É com esses questionamentos que aprendemos a estudar e entender a gigantesca tarefa de Jesus. Tarefa na qual também podemos nos engajar pelo esforço diário da renovação e do empenho de também sermos um trabalhador de sua bendita Seara, ainda que inexpressivos, localizados ou pequeninos…

Felizmente, porém, há outras equipes anônimas, perseverantes, que sem qualquer alarde, promovem o progresso e garantem o processo natural da vida social, em todos os segmentos.

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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