Ano novo

Falta pouco para findarmos mais um ano em nosso calendário.
E essa bagagem vai ficando para trás, como que mesmo fazendo parte de uma vivência, experiências, queremos nos libertar e esquecer de boa parte do que passou. Fazemos votos de muita coisa mudar, desejando que certas situações não tivessem sequer acontecido. Se pudéssemos alteraríamos o passado recente deste ano prestes a terminar.
Por que pensamos assim? Mudar o passado é tema obscuro e só temos o presente, o dia de hoje, para fazer isso e porque ele nos trouxe até aqui. Bem ou mal.
Mudar o presente já seria uma reação ao passado. Variar na forma do pensar hoje, é alterar da melhor maneira o que vinha do antes que queremos esquecer ou mudar.
O dilema do não mexer vigorosamente no presente é tão controverso como desejar melhorias para o futuro.
Usarmos o passado como âncora do barco que derivou em local indesejado e só termos o hoje como bússola que sinaliza o norte dos nossos desejos. O futuro é uma distante, desconhecida e linda paisagem no ideário de nossas mentes.
De verdade vivemos todos os dias com um pé no futuro e outro no passado, mas à deriva no presente.

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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