Água

A sede que mata e que desata, prostra e desidrata.

Como a fome que também
assoma o homem e consome
quase a alma, seca o abdômen e
encolhe o ser que a tome.

Água da boa, pura e limpa, da
melhor fonte que se esconde no
mato e montanha, e brota sem
receio de matar a que nos mata,
essa sede ingrata e tamanha.

Bica, mina que vira veio, que vira
regato, riacho, cascata e rio até
chegar num oceano.

Água, que sem nenhum plano,
conhece todos os caminhos, serve
a todos os ninhos, até encontrar
alguém que a sorva e se alimente,
que é líquido do bem até na enchente.

Deus não esqueceu de nada neste
planeta e nem a água abundante
para tudo e para todos, o mais
precioso bem material. Ela é o
fluido da vida carnal como o amor
o é da vida espiritual. Como todos
os fluidos da vida, a água se une
ao cosmo, ao fluido universal.

Água que, se da mão à boca se
evapora, virando a chuva que
retorna à Terra e colabora, inunda,
também mata e arrebata. Reajusta
o equilíbrio e os ecossistemas que
o homem vem tratando de
desajustar há muita data.

Comparar a água ao
conhecimento e se terá a
compreensão. Ela sempre aparece
e brota num canto e varre tudo em
aluvião. Percorre todos os
caminhos até se encontrar num
oceano caudal, que é pura
convergência do conhecimento atemporal.

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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