O sentido tempo ou desuso, nos remete aos mais de 40.000 anos de consciência hominal. Qualquer análise nos mostra que o que mais fizemos foi nos comunicar. Mas ainda não descobrimos a malha de comunicação dos pensamentos. Evoluímos em todos os campos de transmissão de voz e da velocidade das comunicações, mas ainda pouco para nos aproximarmos da velocidade da luz.
Porém em relação à consciência e conhecimento da velocidade do pensamento, da qual somos usuários, gatinhamos como larvas. Com exceção dos eventos mediúnicos, ainda relativamente pouco conhecidos e desenvolvidos, o humano só entenderá essa ferramenta ao mesmo tempo que apurar o amor e a percepção dos sentimentos mais puros e o extrassensorial surgirá como mais um instrumento senão o principal e, se hoje o homem tenta se transportar pelos ares individualmente, amanhã não teremos limites para cobrir distâncias impensáveis e velocidades bem superiores às da luz.
Daí sim entenderemos o ultra passado.
