Ultra passado

O sentido tempo ou desuso, nos remete aos mais de 40.000 anos de consciência hominal. Qualquer análise nos mostra que o que mais fizemos foi nos comunicar. Mas ainda não descobrimos a malha de comunicação dos pensamentos. Evoluímos em todos os campos de transmissão de voz e da velocidade das comunicações, mas ainda pouco para nos aproximarmos da velocidade da luz.
Porém em relação à consciência e conhecimento da velocidade do pensamento, da qual somos usuários, gatinhamos como larvas. Com exceção dos eventos mediúnicos, ainda relativamente pouco conhecidos e desenvolvidos, o humano só entenderá essa ferramenta ao mesmo tempo que apurar o amor e a percepção dos sentimentos mais puros e o extrassensorial surgirá como mais um instrumento senão o principal e, se hoje o homem tenta se transportar pelos ares individualmente, amanhã não teremos limites para cobrir distâncias impensáveis e velocidades bem superiores às da luz.
Daí sim entenderemos o ultra passado.

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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