O tempo passa célere nesta estrada.
Muitos que nos acompanharam nesta caminhada já abandonaram o palco da vida.
Nossos passos seguem lentos, algo sonolentos e preguiçosos.
Parece que a vida é um sonho e que dormir é a realidade.
Por isso, tantos dormem à beira da estrada. A vida então passa e os arrasta para o lugar que ela quiser, tornando-se estes, passageiros sem vontade própria.
Dormem na vida querendo despertar, pós morte, no paraíso da ociosidade, do ter sem esforço e da sabedoria sem estudo e vivência.
Iludir-se neste palco é dar corpo à futura desilusão. Por isso, tantas pessoas frustradas esbarram conosco pelo caminho, lamentando a sorte que nunca os acompanhou. Sorte essa que, sem privilégios, não beneficia os ociosos.
Hoje, mais do que nunca, vale a pena abrir os olhos à realidade da vida, compreendendo qual o papel que nos compete neste imenso universo de oportunidades.
Por isso, planeje, lute, conquiste, supere, construa, replaneje, lute novamente, supere seus limites e reconstrua o que ficara imperfeito. Vida é movimento e o movimento nos leva mais longe.
No palco da vida, sejamos artífices do próprio destino, criadores do “Reino de Deus” em nossa própria essência.
Não durma quando deveria estar atento à sua própria evolução. Quem não compreende a grandiosidade da importância da vida física, se torna cada vez mais endividado perante sua própria e adormecida consciência. Talvez o que não pensemos ou entendamos é a que toda consciência um dia irá despertar.
Desperta, supera, esforça, caminha e vença. Todas as estradas da vida levam-nos para o mesmo destino. Não fiquemos para trás!
