BORGES, Márcio Eduardo. De porta em porta: livro reportagem.
Pouso Alegre: [s.n.], 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social – Jornalismo) – Universidade do Vale do Sapucaí – Univás.
Copyright: Centro Espírita Vinhas do Senhor
Diagramação: Hugo Dumont
Revisão: Valdenir Baggio
CEVS: 38 anos – Evangelho em Ação; organização de
Centro Espírita Vinhas do Senhor. — Pouso Alegre: o
autor, 2025. e-book: il. (PDF)
Espiritismo – História. 2. Centro Espírita Vinhas do
Senhor – CEVS – 38 anos. 3. Médiuns espíritas –
Biografias. 4. Ilka Tibúrcio Leme. I. Massafera,
Carmelino. II. Título: CEVS 38 anos – Evangelho em Ação.
| Capítulo | Título | Página |
|---|---|---|
| 1 | Entre corações amigos | 5 |
| 2 | Ilka Tibúrcio Leme | 9 |
| 2.1 | Fundação e construção do CEVS | 10 |
| 2.2 | Histórias de Fé e Caridade | 11 |
| 2.3 | O Legado no CEVS | 12 |
| 2.4 | Reconhecimento | 13 |
| 3 | Carmelino Massafera | 14 |
| 3.1 | Um Legado de Caridade e Fé | 15 |
| 3.2 | Primeiros Sinais da Mediunidade | 15 |
| 3.3 | O Encontro com o Espiritismo | 16 |
| 3.4 | Liderança no Centro Espírita | 19 |
| 4 | Mensagem final | 20 |
| 5 | Referências Bibliográficas | 21 |
São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Uma grande homenagem ao Centro Espírita Vinhas do Senhor – CEVS, que necessariamente passa por duas histórias de vida que se cruzaram na cidade de Pouso Alegre. Duas vidas em missão de dedicação aos mais carentes e necessitados.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de
trabalho e cumpriram suas metas — ou talvez até as superaram. Quem poderia afirmar o contrário?
São eles os missionários, os seres que estiveram no convívio próximo de tantas pessoas de nossa querida
Pouso Alegre e que hoje continuam a trabalhar, agora no plano espiritual, conforme já pudemos constatar em
manifestações mediúnicas em favor do CEVS e de outras casas espíritas da cidade.
São eles: Camelino Massafera e Ilka Tibúrcio Leme. Ele, patrono, e ela, fundadora do Vinhas do Senhor, nossa
querida casa de trabalho voluntário cristão, espírita!
Vamos voltar no tempo, numa incursão ao passado, nos deliciando com relatos e histórias de vida que são, no mínimo, apaixonantes — exemplos de conduta no bem e verdadeiras referências para nós.
O Senhor Camelino nasceu em 1896. Dona Ilka, em 1918. E foi ainda na primeira metade do século XX que se
reencontraram, quando seus caminhos se cruzaram e iniciaram juntos uma jornada de caridade e
benemerência ao próximo, ambos guiados por uma fé inabalável em Jesus e sustentados pela doutrina espírita.
Assim, embarquemos nessa viagem, recontando o que conseguimos levantar de informações com diversas
pessoas da comunidade pouso-alegrense. Em relação à Dona Ilka, pudemos conversar com algumas de suas
filhas — Maria Aparecida, Gylda e Berenice —, além de uma de suas netas, Valéria de Oliveira Costa, filha de
Jandira, a sexta filha de Dona Ilka. Amigos próximos e trabalhadores do Vinhas também deram suas
contribuições, como dona Margaret de Paiva Laraia e seu sobrinho, Valdenir de Paiva Baggio. Este, em especial,
nos auxiliou com manuscritos de sua mãe, dona Almira Paiva Baggio, uma das grandes amigas de Dona Ilka.
Em relação ao Senhor Carmelino, pudemos contar com uma grande contribuição ao nos ser permitido acessar e
copiar partes do conteúdo do trabalho de TCC de graduação em Jornalismo do amigo Márcio Eduardo
Borges. De Porta em Porta é um livro-reportagem escrito em 20121, com base em entrevistas que remontam à
história de vida de Camelino Massafera que, por sua relevância no âmbito social e no espiritismo de Pouso
Alegre, é o personagem central da obra. Um belíssimo material.
Portanto, mesmo de forma indireta, quero agradecer a todos que concederam as entrevistas: Antônio Carlos
Cordeiro (neto), Aureliza Massafera (filha), Itamar Massafera (neto), Jurema Massafera (neta) e Zilá Faria
Gouveia, ex-presidente do Centro Espírita Vinhas do Senhor, onde o Senhor Carmelino é patrono.
Dona Ilka é nossa mentora. E recentemente, tivemos a honra de perceber também a presença espiritual do Senhor Carmelino.
Hoje, com grande felicidade e sentimento de gratidão, reconhecemos que essas mulheres — Ilka e Almira — atuam no plano espiritual, trabalhando intensamente com as falanges do bem que sustentam e protegem nosso querido CEVS.
Há duas versões sobre a origem do nome dado ao Centro. Em uma delas, Dona Ilka teria se inspirado em um livro,
numa passagem do Evangelho. Em outra, foi dona Almira quem teria sugerido o nome a ela. Mas, digamos assim:
o nome em si, tenha vindo de uma forma ou de outra — ou mesmo da combinação das duas —, pouco altera o
resultado da obra. Hoje, 38 anos depois, o Vinhas do Senhor, com pulsação de menino e grande coração,
permanece sempre aberto aos trabalhadores da última hora.
Dona Ilka e suas colaboradoras se apoiaram mutuamente e seguem apoiando todos os trabalhos que hoje fluem no
rio de amor dos ensinamentos de Jesus, de quem se espera apenas dedicação e humildade para continuar a
obra do nosso Mestre. Entre tantas colaboradoras, citamos algumas, sem prejuízo de tantas outras: suas
irmãs Jandira e Célia, atuantes ao seu lado; e amigas como Terezinha, Maria Augusta, Cida Mota e Amália.
Em uma carta emocionada escrita por Dona Almira de Paiva Baggio, carinhosamente chamada de Mirinha — grande amiga e companheira de jornada de Dona Ilka por ocasião de seu aniversário, ela descreve com ternura como muitos viam essa mulher admirável:
“Jamais poderia deixar de somar minha homenagem às das companheiras que se congratulam com a aniversariante, dotada de alma alegre e coração abnegado. Uma senhora revestida de responsabilidade, estimada por todos os que têm a felicidade de conhecê-la. Que Deus a abençoe. Nós agradecemos, cara irmã Ilka, porque você simplesmente existe!”— Almira de Paiva Baggio
A trajetória de Ilka começou de forma humilde. Filha de Pedro (Pietro Giovane) Tibúrcio e Maria José Sandy,
perdeu a mãe ainda muito jovem, aos 30 anos, vítima de câncer. Com apenas 10 anos, Ilka assumiu com coragem
o cuidado da irmã caçula, Jaci, que carregava nos braços por onde ia. Sua relação com a madrasta, dona América, não foi fácil, mas essa vivência apenas fortaleceu sua alma.
Casou-se aos 17 anos com Antônio Teles Oliveira Leme e, um ano depois, nasceu a primogênita, Maria Aparecida.
O casal teve nove filhos, e Ilka ainda criou a irmã mais nova e adotou Dininha (Izoldina), formando uma família
com onze filhos ao todo dez meninas e um menino.
Foi com apenas 12 ou 13 anos que Ilka começou sua jornada no espiritismo, após passar por manifestações
mediúnicas intensas e misteriosas.
Em busca de explicações, seu pai a levou até o centro espírita onde conheceu o Senhor Carmelino Massafera
o homem que a curaria e a inspiraria. Com ele, Ilka aprendeu seus primeiros ensinamentos da doutrina e,
mais tarde, o homenagearia como Patrono do CEVS.
Nos anos 80, sentiu o chamado para fundar um novo centro. Com fé e ajuda da comunidade, mesmo
enfrentando preconceito e dificuldades financeiras, fundou o Centro Espírita Vinhas do Senhor (CEVS),
inaugurado em 29 de maio de 1987, em Pouso Alegre.
O terreno, curiosamente, fora doado à prefeitura por uma senhora católica, — sogra de dona Margaret —
sem imaginar que ali surgiria um centro espírita. Com apoio de amigos, familiares e da própria força de
vontade, Dona Ilka ergueu o centro que viria a acolher tantos corações aflitos.
Dona Ilka era conhecida por sua mediunidade intensa, suas orações poderosas e seu coração aberto. Era
procurada por todos, a qualquer hora, sem distinção. Diversos relatos contam sua generosidade:
As sessões espirituais ocorriam quase diariamente, às 14h. As irmãs Célia e Jandira foram companheiras
valiosas nesse trabalho, sendo esta última médium de belas preces e extrema timidez.
Dona Ilka também respeitava e se conectava com médiuns da umbanda, mantendo sempre o espírito de
fraternidade. Era comum vê-la girando a mão sobre a cabeça dos médiuns durante sessões, incentivando-os ao
transe espiritual.
Durante uma escassez de alimentos para doações, ela e uma voluntária rezaram diante do retrato de Carmelino
Massafera. Pouco tempo depois, receberam o necessário para atender todas as famílias e ainda restaram
suprimentos. Era mais um dos muitos acontecimentos silenciosos que a cercavam.
As sessões espirituais ocorriam quase diariamente, às 14h. As irmãs Célia e Jandira foram companheiras
valiosas nesse trabalho, sendo esta última médium de belas preces e extrema timidez.
Dona Ilka também respeitava e se conectava com médiuns da umbanda, mantendo sempre o espírito de
fraternidade. Era comum vê-la girando a mão sobre a cabeça dos médiuns durante sessões, incentivando-os ao
transe espiritual.
Durante uma escassez de alimentos para doações, ela e uma voluntária rezaram diante do retrato de Carmelino
Massafera. Pouco tempo depois, receberam o necessário para atender todas as famílias e ainda restaram
suprimentos. Era mais um dos muitos acontecimentos silenciosos que a cercavam.
Dona Ilka foi agraciada com a medalha “Fundador da Cidade” em cerimônia no Teatro Municipal de Pouso Alegre. Mais do que títulos, no entanto, foi reconhecida pelo carinho das pessoas, pelos sorrisos que distribuía, pelas orações que confortavam e pela fé que nunca vacilou.
eu pai era homem do campo, trabalhava na terra e criou o filho com os mesmos costumes e com referências às superstições, lendas e tabus nos quais todos acreditavam na época. Carmelino tinha alucinações e ouvia vozes, e, às vezes, a insanidade era tão forte que lhe causava dores pelo corpo, levando-o sempre a benzedeiras para que houvesse algum alívio.
Receosos da saúde do filho, seus pais o levaram para a cidade de Pouso Alegre a fim de estudar para ser padre.
O Seminário Diocesano Nossa Senhora Auxiliadora havia sido fundado em 1899, e foi ali que ele iniciou seus estudos, tendo desistido pouco tempo depois. Afeiçoouse muito às leituras bíblicas, pois, ao fixar sua atenção nos textos, suas alucinações diminuíam.
De manhã, às vezes despertava sussurrando e pronunciando fragmentos da Prece de Cáritas. Viveu
setenta e oito anos e foi mascate, funcionário da prefeitura, comerciante, dono de olaria, suinocultor,
músico e líder espiritual. Seu falecimento se deu em 4 de fevereiro de 1974.
Foi um homem simples que, por suas ações de caridade, destacou-se numa época em que o preconceito religioso
era predominante na região em que morava. Com palavras de conforto e seu dom mediúnico, Carmelino
abriu portas para pessoas que estavam à beira da morte, da solidão e da própria sociedade. É indiscutível sua
importância para o desenvolvimento da doutrina espírita em Pouso Alegre, cidade que escolheu para viver
com sua família.
Tinha uma fé meticulosa. Os horários de sua oração, ao acordar, no decorrer da tarde e ao deitar-se, eram
sagrados. A cena mais comum da casa era vê-lo ajoelhado aos pés da cama agradecendo, pedindo ou simplesmente
dedicando um tempo para alimentar sua força interior.
Antes, porém, na chegada da família vinda da Europa, até mesmo o sobrenome perdera sua forma: Mazzafera na Itália, Massafera no Brasil. A família italiana de
Carmelino vivia na Calábria, uma região ao sul do país em forma de bota.
Desde criancinha, quase toda noite, quando tentava dormir, ouvia vozes sem rosto falarem palavras inaudíveis em seus ouvidos. Era como se fosse outro idioma, ou talvez estivessem apenas querendo ser notadas e não compreendidas. A mãe, confiante na crença dos benzedores, tentava aliviar as sensações do filho com a ajuda de curandeiros, orações e amuletos. Nada adiantava. Às vezes, ele pensava que a insistência, mais tarde, para que se tornasse padre ia além da tentativa de uma vida melhor
Carmelino se perguntava se a família sabia o que estava acontecendo com ele e estivesse tentando mantê-lo longe
de seus próprios problemas. Em meio a esse conflito interior, Carmelino perdeu seus pais. Habituados a
trabalhar na lavoura, sob sol quente e por horas a fio, tiveram a saúde precocemente debilitada por doenças.
Desde que os pais morreram, ele e os irmãos ficaram sob os cuidados de Dona Amélia, parenta próxima da família.
Ela tinha uma bondade sem limites e não poupava esforços para ajudar quando necessário. Cuidou de
Carmelino e seus irmãos da mesma maneira como cuidou de sua filha, Carmelina. Ele procurava não comentar com
os religiosos, tampouco com os colegas de estudos, sobre o que ouvia. Tinha receio de que pudesse não ser aceito
no local e o expulsassem.
Diferentemente de muitos curiosos, Carmelino procurou o espiritismo como forma de libertação ou redescoberta
de si. A cada novo encontro, Carmelino compreendia melhor os fenômenos incomuns que ocorriam com ele e começava a encontrar soluções para seus problemas espirituais.
Foi numa casa do bairro São Geraldo que uma senhora o havia convidado, oferecendo ajuda a Carmelino em relação às vozes.
Não era tão simples. Era atormentador. Vozes desesperadas, lamentos, urros, como se estivessem aprisionados dentro de um sofrimento sem fim e usassem dele para gritar ao mundo. Mas por que ele? Antes mesmo que tivesse coragem de fazer qualquer pergunta, as pessoas da mesa começaram a dar explicações sobre tudo o que vinha acontecendo com Carmelino desde criança.
Foi ali, rodeado de pessoas que nem sequer lembrava o nome, que ele descobriu o que era: um médium. O som daquela palavra ecoou em sua mente por muito tempo. A impressão que tinha de si, a de ser uma aberração, não havia mudado nem um pouco, tinha apenas ganhado um nome diferente: médium. Ele não podia ser um. Ele não queria ser um. Carmelino queria gritar. Sua vontade era soltar a voz, a plenos pulmões, para ter uma explicação, apenas o porquê ele, entre tantos, tinha de ser condenado a isso. Ele só desejava ser uma pessoa como as outras, com uma vida normal e não um médium, mesmo que ainda não soubesse direito o que isso significava.
Mas, talvez por vergonha, reprimiu o choro, a raiva e a voz pareceram ficar presas também. Foi então que os anfitriões trouxeram um copo com água para que ele se acalmasse e explicaram que ele não era obrigado a frequentar as reuniões que promoviam, nem a conviver com eles, mas que continuaria a ouvir vozes para sempre e que essa não era vontade de um ou de outro, mas uma espécie de missão à qual Carmelino fora designado desde que nasceu.
Desenvolver a mediunidade era algo pelo qual ele podia optar, mas sobre a sensibilidade para os fenômenos espirituais não havia escolha. Lembrar desse dia fazia Carmelino pensar que havia seguido o caminho certo.
Ele se recordava que, depois que o casal lhe apresentou alguns dos principais conceitos da doutrina espírita, emprestou-lhe uns livros em que cada detalhe estaria discriminado minuciosamente. A partir da leitura e reflexão, ele havia se decidido e passou a frequentar o Centro Espírita Amor e Humildade.
Com a dedicação à leitura e a assiduidade nas sessões que o grupo realizava, Carmelino acabou se tornando um membro respeitado do centro, onde chegou a ser presidente por mais de uma vez consecutiva. Enquanto frequentador do centro, desenvolveu uma sensibilidade tão apurada que, de ajudante nas sessões a líder espiritual, foram apenas poucos meses. Além do dom natural, que ficava evidente a cada passe realizado por ele, Carmelino ainda tinha uma forma de
falar grave, mas calma, e um ar tão tranquilizador que as pessoas passaram a procurá-lo até mesmo fora do centro.
As lembranças de como o espírito do índio Ubiratã entrou em sua vida partiram com ele quando deixou de viver na Terra, talvez porque Carmelino achasse desnecessário que todos soubessem de um detalhe tão particular de sua vida espiritual, ou ainda porque tenha confiado suas histórias a pessoas que as guardaram tão bem que até se esqueceram.
“Mais que um mentor, Ubiratã foi responsável por auxiliar Carmelino a traçar sua própria vida, quando revelou a ele o quatro de fevereiro de 1974 como o dia em que deixaria de habitar o mundo material”
Assim como Emmanuel, o guia do mais célebre médium brasileiro, Chico Xavier, o índio Ubiratã também contribuiu com Carmelino durante toda sua jornada terrena. Aquela revelação o pegou de surpresa. Antes vivia uma vida regada de amor e carinho que devotava a Deus, à família e aos amigos, trabalhava para manter a casa e buscava ajudar, como podia, todos que o procurassem.
Com o coração cheio de gratidão e saudade, ecoamos as palavras que tão bem traduzem o sentir de todos nós: Dizem que o futuro a Deus pertence. Embora soubesse quando sua jornada material seria encerrada, Carmelino procurou não permitir que isso o impedisse de realizar ações importantes para si, para a família e a todos os que estivessem ao seu redor. Ele também não deixou de sonhar: trabalhou até o último momento, lutou contra o preconceito de sua época e seguiu seus princípios.
Seu falecimento castigou de saudade a família, os amigos e todos aqueles que ouviram seu assobio, sua música ou tinham em casa uma base construída com um de seus tijolos. Mais tarde, seu túmulo foi tomado de flores, fotos, bilhetes de agradecimento e até muletas de pessoas que ajudou em vida. Os amigos de espiritismo não puderam mais sentar-se ao lado de um grande líder espiritual durante as sessões, mas puderam contar com ajuda dele como um mentor. Na Terra, ele ajudou; no outro plano, ele acompanha. Carmelino ainda vive… Do jeito dele. Fica aqui, portanto, o nosso carinhoso agradecimento ao Senhor Carmelino, pelo seu legado de amor e humildade, que motivou tantos de seus seguidores a tomarem a coragem de empreender na seara de Jesus, assim como
inspirou nossa querida Dona Ilka. Obrigado nosso querido patrono do CEVS.
Que Deus o abençoe e que sempre possa estar conosco.
BORGES, Márcio Eduardo. De porta em porta: livro reportagem.
Pouso Alegre: [s.n.], 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Comunicação Social – Jornalismo) – Universidade do Vale do Sapucaí – Univás.
São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram.
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