Dia das Mães

Não sei se mãe já fui uma vez
Quem sabe nalguma encarnação
Mas se fui, obra de Deus me fez
E hoje aqui sou homem em ação

Nos lembrássemos de outras vidas
Que experiências iríamos encontrar
Seriam graças ou memórias sofridas
O véu do esquecer é dádiva do amar

No Dia das Mães quem se lembra se comove
Quem não queria estar com a sua mãe por perto
Quem não quer a benção que se renove
Chorar e rir no colo de amor único e certo

Quem consegue amar incontinente
Cuidar desde o primeiro dia de vida
Antes mesmo na barriga quente
Que pari feliz até na dor sofrida

Quem cuida até o último dia de um ser
Quem sofre quando um filho perde ou se vai
Que adota outros quantos pode ter
Que chora por amor, dor, alegria, sofrer e nunca cai

Mãe é pilar, é altar, é igreja
De joelhos devemos lhes prestar homenagem
Que Mãe Maria nos ouça, Vossa benção que assim seja
Dia das Mães é todo dia nesta sagrada romagem

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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