O médium está perdido

Orson Peter Carrara

A afirmação é de Kardec. Está no artigo Considerações sobre a propagação da mediunidade curadora, constante da edição de novembro de 1866 da valiosa REVISTA ESPÍRITA.  No contexto o Codificador fala dos perigos da vaidade, do orgulho, assim se expressando:

“(…)

esquecendo que sem os Espíritos nada seria, ele se considera indispensável e como único intérprete da verdade; ele denigre os outros médiuns e se julga acima dos conselhos. O médium que assim se comporta está perdido, porque os Espíritos se encarregam de lhe provar que ele pode ser dispensado, fazendo surgir outros médiuns melhor assistidos. (…)”.

Eis o perigo:

  1. Considerar-se indispensável;
  2. Achando-se suficiente para agir, sem o concurso dos bons espíritos;
  3. Colocando-se como único interprete da verdade;
  4. Denegrindo outros médiuns;
  5. Julgando-se acima dos conselhos

 

Sim, essas seduções afastam os bons espíritos e abrem as portas para os espíritos mistificadores, exploradores, mentirosos. Todo cuidado é pouco. Agindo daquela forma, como citou Kardec, fica-se à mercê dos espíritos manipuladores, também habitantes do mundo espiritual. Ressalte-se que isso não é exclusivo a médiuns. Todos estamos sujeitos…

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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