POR AMOR

Extraído do livro: Caminho, Verdade e Vida

Emmanuel


“Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, a fim de que não
vejam com os olhos e compreendam no coração e se convertam e eu os
cure.” — (JOÃO, capítulo 12, versículo 40.)


Os planos mais humildes da Natureza revelam a Providência Divina, em
soberana expressão de desvelo e amor.  Os lírios não tecem, as aves não guardam provisões e misteriosa força fornece-lhes o necessário.

A observação sobre a vida dos animais demonstra os extremos de ternura
com que o Pai vela pela Criação desde o princípio: aqui, uma asa; acolá, um
dente a mais; ali, desconhecido poder de defesa.

Afirma-se a grande revelação de amor em tudo. No entanto, quando o Pai convoca os filhos à cooperação nas suas obras, eis que muita vez se salientam os ingratos, que convertem os favores recebidos, não em deveres nobres e construtivos, mas em novas exigências; então, faz-se preciso que o coração se lhes endureça cada vez mais, porque,
fora do equilíbrio, encontrarão o sofrimento na restauração indispensável das
leis externas desse mesmo amor divino. Quando nada enxergam além dos
aspectos materiais da paisagem transitória, sobrevém, inopinadamente, a luta
depuradora.
É quando Jesus chega e opera a cura.  Só então torna o ingrato à compreensão da Magnanimidade Divina.  O amor equilibra, a dor restaura. É por isso que ouvimos muitas vezes: “Nunca teria acreditado em Deus se não houvesse sofrido.”

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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