Cruzar braços e mãos atrapalha a eficácia do passe espírita?

Wellington - PassesWellington Balbo – Salvador BA.

 

Dia desses perguntaram-me se o fato de mãos, braços e pernas estarem cruzados no momento do passe espírita pode atrapalhar sua eficácia.

Dúvida normal para quem desconhece o mecanismo básico de funcionamento do passe. Para respondermos a pergunta, fundamental explicar, primeiro, o que é o passe espírita. Trata-se de transmissão de fluidos pela imposição de mãos com o intuito de restabelecer o equilíbrio físico ou psiquíco de alguém. Funciona de perispírito (corpo espiritual) a perispírito e o passista, pela ação de sua vontade doa o fluido animal ao paciente, e os Espíritos, por sua vez, aumentam e dirigem os fluidos possibilitando direcionamento e qualidades necessárias para a transmissão do passe ao indivíduo necessitado.

Sendo trabalhado de perispírito a perispírito e com a atuação dos Espíritos protetores, a posição na câmara de passes de quem recebe o passe deve ser a mais confortável possível, sem ter qualquer relevância como estarão suas mãos, braços e pernas. Podem, portanto, seus membros estarem cruzados, pois o que influencia realmente é a vontade do passista, a ação dos Espíritos, o merecimento de quem recebe o passe e, naturalmente, sua fé.

Aliás, como a ação do pensamento é imperiosa no caso do passe espírita, o passista deve evitar qualquer situação que possa desconcentrar quem recebe o passe. Roupas serenas e adequadas, perfume discreto, pois sua postura de sobriedade, sem gesticulações ou exageros de qualquer espécie serão componentes fundamentais para o êxito da tarefa.

Nesse mister vale lembrar que o passe é fabulosa ferramenta de auxílio aos necessitados físicos e psíquicos, contudo não se trata de solução definitiva para os problemas de quem quer que seja. A solução para qualquer entrave existencial reside, como bem sabemos, na mudança de postura e na prática do Evangelho. De nada resolverá tomar passe todas as vezes que for ao centro espírita se a forma de proceder e encarar a vida continuar a mesma.

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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