AOS DISCÍPULOS

apóstolos2Hoje em dia encontramos dificuldades idênticas às encontradas na época do Cristianismo primitivo. Os interesses econômicos, a política e o poder são o grande atrativo para enorme maioria da população, independente de qual classe social esteja.

A marcha pelo caminho do Bem é lenta e gradativa. Nos esforços cotidianos de superarmos nossas más tendências é que vamos abandonando nosso primitivismo antigo e desatando as amarras que nos prendem ao materialismo e ao orgulho. Esta jornada é difícil, de superação e esforços, de provas e muito trabalho, de disciplina e ação. Por ser trabalhosa, muitos ainda se prendem às fantasias da opulência e do poder, desinteressando-se pelo que é verdadeiro e imortal, apegando-se excessivamente às facilidades e à opulência, desprezando a oportunidade redentora do trabalho e da melhoria interior.

Nas palavras sábias de Emmanuel veremos uma alusão a esses fatos e a certeza da grande e demorada luta que travamos através do tempo para nos desvencilharmos das imperfeições que teimamos em não deixar para trás.

Centro Espírita Vinhas do Senhor
Pouso Alegre/MG, 16 de dezembro de 2014.

AOS DISCÍPULOS

Vinha de Luz – FEB
Emmanuel – Psicografia de Francisco Cândido Xavier

 

“Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos.” – Paulo. (I CORÍNTIOS, 1:23.)

A vida moderna, com suas realidades brilhantes, vai ensinando às comunidades religiosas do Cristianismo que pregar é revelar a grandeza dos princípios de Jesus nas próprias ações diárias.

O homem que se internou pelo território estranho dos discursos, sem atos correspondentes à elevação da palavra, expõe-se, cada vez mais, ao ridículo e à negação.

Há muitos séculos prevalece o movimento de filosofias utilitaristas. E, ainda agora, não escasseiam orientadores que cogitam da construção de palácios egoísticos à base do magnetismo pessoal e psicólogos que ensinam publicamente a sutil exploração das massas.

É nesse quadro obscuro do desenvolvimento intelectual da Terra que os aprendizes do Cristo são expoentes da filosofia edificante da renúncia e da bondade, revelando em suas obras isoladas a experiência divina dAquele que preferiu a crucificação ao pacto com o mal.

Novos discípulos, por isso, vão surgindo, além do sacerdócio organizado. Irmãos dos sofredores, dos simples, dos necessitados, os espiritistas cristãos encontram obstáculos terríveis na cultura intoxicada do século e no espírito utilitário das idéias comodistas.

Há quase dois mil anos, Paulo de Tarso aludia ao escândalo que a atitude dos aprendizes espalhava entre os judeus e à falsa impressão de loucura que despertava nos ânimos dos gregos.

Os tempos de agora são aqueles mesmos que Jesus declarava chegados ao Planeta; e os judeus e gregos, atualizados hoje nos negocistas desonestos e nos intelectuais vaidosos, prosseguem na mesma posição do inicio. Entre eles, surge o continuador do Mestre, transmitindo-lhe o ensinamento com o verbo santificado pelas ações testemunhais.

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São 38 anos de uma história real, verdadeira, na seara do bem, contada por muitas pessoas.
Dois espíritos que planejaram suas vidas em parceria no plano espiritual, reencarnaram com propósitos de trabalho e cumpriram suas metas ou talvez até as superaram. 

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